28 de Outubro de 1993: Acabo de voltar de mais de um mês em Baltimore -- do que restou dela. Eu e quatro outros camaradas transportamos daqui um lote de equipamentos de medição de radioatividade portáteis até Silver Spring, onde nós nos juntamos com uma unidade de Maryland e continuamos para o norte até vizinhança de Baltimore. Desde que as estradas principais estavam totalmente intransitáveis, nós tivemos que andar através do interior por mais da metade do trajeto, dirigindo um caminhão somente pela últimas doze milhas.Embora mais de duas semanas tivessem se passado desde o bombardeio, o estado de coisas em torno de Baltimore era quase indescritivelmente caótico quando nós chegamos. Nós não tentamos nem mesmo entrar no núcleo completamente queimado da cidade, nem nos subúrbios e no campo, 10 milhas a oeste do ponto zero, onde metade dos edifícios tinha-se queimado. Mesmo as estradas secundárias dentro e em torno dos subúrbios ficaram entulhadas com as carcaças queimadas dos veículos, e quase todo mundo que nós encontramos estava à pé.
Grupos de escavadores e reviradores estavam em toda parte, remexendo por sobre as lojas arruinadas, pilhando nos campos com mochilas, carregando pacotes de alimento saqueados ou mercadorias e bens salvos -- na maior parte alimentos, mas também roupas, materiais de construção, e tudo mais imaginável -- e espalhados como um exército de formigas.
E os corpos! Eram uma outra boa razão para permanecer longe das estradas tanto quanto possível. Mesmo nas áreas onde relativamente poucas pessoas foram mortas pela explosão inicial ou pela doença subseqüente da radiação, os corpos espalhavam-se ao longo das estradas aos milhares. Eram quase todos refugiados da área da explosão.
Perto da cidade, vimos os corpos daqueles que tinham sido seriamente queimados e carbonizados pela bola de fogo; a maioria deles não pôde andar mais do que uma milha ou quase antes que caíssem. Mais para frente estavam aqueles que tinham sido queimados menos seriamente. E ainda mais longe, no campo estavam os corpos daqueles que tinham sucumbido à radiação dias ou semanas mais tarde. Todos tinham sido deixados a apodrecer aonde caíram, exceto naquelas poucas áreas onde as forças armadas tinham restaurado um semblante de ordem.
Nós tínhamos nesse momento somente cerca de 40 membros da Organização entre os sobreviventes na área de Baltimore. Tinham sido engajados em esforços de sabotagem, como franco-atiradores, e outros esforços de guerrilha contra à polícia e o pessoal militar lá durante a primeira semana após a explosão. Então descobriram gradualmente que as regras do jogo tinham mudado.
Eles descobriram que não era mais necessário operar tão furtivamente como tinham antes. As tropas do Sistema revidavam fogo quando atacadas, mas não os perseguiam. Além de algumas áreas, a polícia não tentava mais empreender buscas sistemáticas de pessoas e veículos, e não havia mais invasões de casas. A atitude pareceu quase ser, " não nos incomode, e nós não os incomodaremos. "
Os sobreviventes civis também tenderam a tomar uma atitude muito mais neutra do que antes. Havia medo da Organização, mas muito poucas expressões de hostilidade. As pessoas não sabiam se nós éramos quem tinha lançado o míssil que destruiu sua cidade, como as transmissões do Sistema acusavam, mas pareciam tão dispostas a responsabilizar o Sistema por deixar isso acontecer quanto nós por fazê-lo.
O holocausto através do qual o povo de lá passou claramente convenceu-o totalmente de uma coisa: o Sistema não poderia mais dar nenhuma garantia à sua segurança. Eles não tinham mais nem sequer um traço de confiança na velha ordem ; queriam meramente sobreviver agora, e se voltariam para qualquer um que pudesse lhes ajudar a permanecer vivos por mais tempo.
Detectando esta mudança de atitude, nossos membros tinham começado a recrutar e organizar entre os sobreviventes em torno de Baltimore de uma forma semi-pública e com reuniões bem-sucedidas o suficiente para que o Comando Revolucionário autorizasse a tentativa de estabelecer uma pequena Zona Liberada ao oeste da cidade.
Os 11 de nós que tínhamos vindo dos subúrbios de Washington para ajudar lançamo-nos no trabalho com entusiasmo, e dentro de alguns dias nós tínhamos estabelecido um perímetro razoavelmente defensável que incluiu aproximadamente 2.000 casas e outros edifícios com um total de quase 12.000 ocupantes. Minha função principal foi realizar um exame radiológico do solo, dos edifícios, da vegetação local, e das fontes de água na área, de modo que nós pudéssemos estar certos de estarmos livres dos níveis perigosos de radiação nuclear resultante do "fallout", a chuva-atômica .
Nós organizamos cerca de 300 dos locais em uma milícia razoavelmente eficaz e fornecemos armas a eles. Seria arriscado neste estágio tentar armar uma milícia maior do que essa, porque nós não tivemos uma oportunidade de condicionar ideologicamente a população local na extensão que nós gostaríamos, e eles requerem ainda observação próxima e supervisão apertada. Mas nós escolhemos os melhores candidatos entre os homens com saúde no enclave, e nós temos bastante experiência em recrutar gente. Eu não me vou me surpreender se a metade de nossos novos milicianos eventualmente se graduarem à entrada na Organização, e alguns talvez sejam provavelmente admitidos até mesmo à Ordem.
Sim, eu penso que, na grande maioria, nós podemos contar com nossos novos recrutas. Há ainda muito material humano basicamente sadio restante neste país, apesar da corrupção moral difundida. Apesar de tudo, essa corrupção foi produzida, na maior parte, pela instilação de uma ideologia estrangeira e um conjunto de valores estrangeiro, em um povo desorientado por um estilo de vida anti-natural e e espiritualmente doentio. O inferno que eles estão passando agora tem pelo menos um aspecto positivo: está chutando pelo menos alguma das bobeiras e tolices para fora deles e estão deixando-os bem mais receptivos a uma visão correta do mundo, de acordo com nossa herança Ariana, do que a que tinham antes.
Nossa primeira tarefa foi desenraizar e eliminar os elementos estranhos e os criminosos raciais do novo enclave. É impressionante quantos imigrantes escuros e de cabelos crespos do Oriente Médio invadiram esta nação na última década. Eu acredito que eles tomaram cada restaurante e carrinhos de cachorro-quente em Maryland. Nós devemos ter fuzilado no mínimo uma dúzia de Iranianos, apenas no nosso pequeno enclave suburbano, e o dobro disso fugiu quando eles perceberam o que estava acontecendo.
Então nós formamos o povo em brigadas de trabalho para fazer um número de funções necessárias, uma das quais era o despojo sanitário das centenas de corpos dos refugiados da bomba. A maioria dessas pobres criaturas era Branca, e eu ouvi um de nossos membros referir-se ao que aconteceu com eles como “um massacre dos inocentes”
Eu não acho que essa é uma correta descrição ao recente holocausto. Eu estou triste, é claro, pelas milhões de pessoas Brancas, aqui e na Rússia, que morreram – e que ainda terão que morrer, antes que nós terminemos – nesta guerra para nos livrar do jugo Judaico. Mas inocentes? Eu não acho. Certamente, esse termo não poderia ser aplicado para a maioria dos adultos.
Afinal, não é o homem essencialmente responsável por sua condição – ao menos, num senso coletivo? – Se as nações Brancas do mundo não tivessem permitido a si mesmas serem dominadas pelo Judeu, pelas idéias Judaicas, pelo espírito Judaico, esta guerra não seria necessária. Nós dificilmente podemos nos considerar sem culpa. Nós dificilmente podemos dizer que nós não tivemos escolha, que não tivemos chance de evitar a armadilha do Judeu. Nós dificilmente podemos dizer que nós não fomos alertados.
Homens de sabedoria, integridade e coragem tem nos alertado muitas e muitas vezes das consequências de nossa loucura. E mesmo depois que nós já estávamos bem dentro do caminho Judaico, nós tivemos chance após chance de nos salvarmos – a mais recente 52 anos atrás, quando os Alemães e os Judeus estavam em luta feroz pelo domínio da Europa central e oriental.
Nós acabamos ficando do lado Judeu naquela luta, primeiramente por termos escolhido homens corruptos como nossos líderes. E nós escolhemos líderes corruptos por termos valorizado as coisas erradas na vida. Nós temos escolhido líderes que nos prometeram algo por nada. Que nos seduziram pelas nossas fraquezas e vícios; que tinham atraentes personalidades de palco e sorrisos agradáveis, mas que eram sem caráter ou escrúpulos. Nós ignoramos os assuntos realmente importantes e verdadeiros em nossa vida nacional e demos livre reino a um Sistema criminoso para conduzir os negócios de nossa nação da forma como lhes cabia melhor, porquanto nos mantivesse moderadamente bem abastecidos de pão-e-circo.
E não é a burrice, a ignorância proposital, a preguiça, a ganância, a irresponsabilidade, e a timidez moral tão culpáveis quanto a mais deliberada malícia? Não são todos os nossos pecados de omissão a serem contados contra nós tão pesadamente quanto os pecados do Judeu de comissão contra ele? No livro de contas do Criador, esta é a forma como as coisas são registradas.
A natureza não aceita “boas” desculpas para falta de performance. Nenhuma raça que ignora assegurar sua própria sobrevivência, quando os meios para essa sobrevivência estão à mão, pode ser julgada “inocente”, nem pode a pena ser considerada injusta, não importa o quanto severa.
Imediatamente após o nosso sucesso na Califórnia neste verão, nos meus contatos lidando com a população civil lá, ficou completamente claro para mim porque o povo Norte-Americano não merece ser considerado “inocente”. Sua reação à guerra civil lá foi baseada quase que somente na maneira que isso afetava suas próprias circunstâncias privadas e problemas particulares.No primeiro dia ou dois – antes que a maioria das pessoas percebessem que nós iríamos ganhar – os civis Brancos, mesmo os racialmente conscientes, foram geralmente hostis; nós estávamos atrapalhando seu estilo-de-vida e fazendo a sua costumeira busca de prazeres terrivelmente inconveniente.
Então, depois que eles passaram a nos temer, todos eram tão ansiosos para nos agradar.Mas eles não estavam realmente interessados nos certos e errados da luta; eles não podiam se chatear com auto-conhecimento, reflexões e considerações de longo prazo. A atitude deles era: “Apenas nos diga o que nós somos esperados a acreditar, e nós iremos acreditar nisso”. Eles apenas queriam estar a salvo e confortáveis de novo o mais rápido possível. E eles não estavam sendo cínicos; eles não eram gente sofisticada, mas gente comum.
O fato é que gente comum não é realmente tão menos culpável do que os ‘não-tão-comuns’, os pilares do Sistema. Pegue a polícia política, como um exemplo. A maioria deles – os Brancos – não são homens especialmente maus. Eles servem a mestres malignos, mas eles buscam racionalizar o que eles fazem; eles justificam isso para eles mesmos, alguns em termos patrióticos (“proteger nosso estilo-de-vida livre e democrático”) e alguns em termos religiosos ou ideológicos (“mantendo os ideais Cristãos de igualdade e justiça”).
Alguém pode chamá-los de hipócritas – alguém pode apontar que eles deliberadamente evitam pensar sobre qualquer coisa que possa chamar a atenção sobre a validade das rasas frases-chavão com as quais eles se justificam – mas não são todos que tem tolerado o Sistema também hipócritas, quer a pessoa tenha apoiado o Sistema ou não? Não são todos os que repetem sem pensar as mesmas frases-feitas, recusando-se a examinar suas implicações e contradições, quer eles usem elas como justificativas para suas ações ou não, também culpados?
Eu não consigo imaginar qualquer segmento da sociedade Branca, dos ‘pescoço-vermelhos’(red-necks, apelido dos habitantes de Maryland) e suas famílias, cujos corpos radioativos nós jogamos em uma gigantesca vala alguns dias atrás, até os professores universitários que nós enforcamos em Los Angeles em Julho passado, que possa reclamar que não tenha merecido o que aconteceu a ela. Não fazem muitos meses atrás que praticamente todos aqueles que estão perambulando sem casa e gemendo seus destinos hoje estavam falando do outro lado, do lado do Sistema, diretamente ou não.
Não são poucos os de nossa gente que têm sido extremamente rudes conosco no passado – e dois camaradas que eu conheçia foram mortos – quando eles caíram nas mãos dos red-necks – “good ol’boys” que, apesar de não serem liberais ou ‘shaboo goyim’ (não-judeus ansiosos em agradar judeus), não tinham serventia para “radicais” que queriam reverter o regime. No caso deles era pura ignorância.
Mas ignorância desse tipo não é mais desculpável do que o liberalismo dos pseudo-intelectuais, que berrantes como ovelhas, tem orgulhosamente promovido a ideologia Judaica por tantos anos; ou o egoísmo e covardia da grande classe média Norte-Americana que foi pelo mesmo caminho, reclamando somente quando seus bolsos sofriam.
Não, falar em "inocentes" não tem nenhum sentido. Nós devemos olhar para nossa situação coletivamente, num sentido racial amplo. Nós devemos compreender que nossa raça é como um paciente de câncer necessitando de uma cirurgia drástica e radical para salvar sua vida. Não há sentido em perguntar se o tecido a ser cortado agora é “inocente” ou não.
Isso não é mais racional do que tentar distinguir os “bons” judeus dos maus – ou, como alguns dos mais cabeça-duras “good ol’boys” ainda insistem em tentar, separar os “bons pretos” do resto da raça deles.
O fato é que todos nós somos responsáveis, como indivíduos, pela moral e comportamento de nossa raça como um todo. Não há mais como fugir dessa responsabilidade, no longo caminho, para os membros de nossa própria raça assim como para os membros das outras raças, e cada um de nós individualmente deve estar preparado para ser chamado a prestar essa responsabilidade a qualquer momento. Nestes dias, muitos estão sendo chamados.
Mas o inimigo também está igualmente pagando um preço. Ele ainda tem o controle das coisas aqui, mais ou menos, mas ele está praticamente acabado fora da América do Norte. Apesar do governo estar bloqueando a maioria das notícias estrangeiras das redes de notícias aqui, nós temos recebido relatórios clandestinos de nossas unidades além-mar e monitorando as transmissões de notícias da Europa.
Durante as 24 horas seguintes de que nós atingimos Tel-Aviv e meia-dúzia de outros alvos Israelenses no mês passado, centenas de milhares de árabes inundaram e invadiram as fronteiras da Palestina ocupada. A maioria deles era de civis, armados apenas com facas ou porretes, e os guardas Judeus de fronteira abateram milhares deles, até que sua munição acabou. O ódio dos Árabes, preso por 45 anos, moveram-nos por entre campos minados, através de fogo de metralhadora Judaico, e pelo caos radioativo das cidades queimadas, sendo seu único pensamento matar o povo que roubou a sua terra, matou seus pais, e humilhou-os por duas gerações. Dentro de uma semana a garganta do último sobrevivente Judaico no último kibbutz e na última ruína fumegante em Tel-Aviv tinha sido cortada.
Notícias da União Soviética são muito escassas, mas os relatórios são de que os sobreviventes Russos lidaram com os Judeus lá da mesma forma. Nas ruínas de Moscou e Leningrado (São.Petersburgo) durante os primeiros dias, o povo cercou todos os Judeus que eles puderam colocar suas mãos e os empurraram para dentro de edifícios queimando ou em montanhas de entulho em chamas.E revoltas anti-Judaicas explodiram em Londres, Paris, Bruxelas, Rotterdam, Bucareste, Buenos Aires, Johannesburg e Sydney. Os governos da França e da Holanda, ambos podres até o núcleo com a corrupção Judaica, caíram, e o povo está acertando os pontos nas cidades e vilas desses países.
Esse era o tipo de coisa que acontecia vez após vez durante a Idade Média, claro – cada vez que o povo tinha finalmente se esgotado dos Judeus e de seus truques. Infelizmente, eles nunca concluíram o trabalho, e eles não vão concluir dessa vez tampouco. Eu estou certo de que os Judeus já estão fazendo seus planos para um retorno, assim que o povo se acalmar e esquecer. As pessoas tem memórias tão curtas!Mas nós não vamos esquecer! Isso somente é o bastante para assegurar que a história não vai se repetir. Não importa o quanto nos custe e não importa a distância que precisemos ir, nós exigiremos um acerto final de contas entre nossas duas raças. Se a Organização sobreviver a esta luta, nenhum Judeu irá – em parte alguma. Nós vamos até os confins da terra para caçar o último das crias de Satan.
Graças ao desenvolvimento de novos testes médicos muito simples, nós seremos capazes de erradicá-los, até o último dos portadores de marcas genéticas Judaicas.
Os princípios organizacionais que nós estamos usando em Maryland são um pouco diferentes daqueles usados na Califórnia, porque as situações são diferentes. Aqui, ao contrário do Sul da Califórnia, não há nenhuma barreira natural ou geográfica, nem um anel de tropas do governo para separar nosso enclave dos arredores.
É claro, nós fizemos o que nós pudemos para superar essa falta. Nós escolhemos um perímetro, em primeiro lugar, que segue espaços naturais no padrão formado pelas estruturas feitas pelo homem – ainda que, por quase meia milha o espaço é somente de 100 jardas de largura com uma autopista logo no caminho, com as tropas do Sistema controlando o outro lado. Nós colocamos em algumas áreas abertas cercas de arame farpado e minas, e nós incendiamos edifícios e ruínas fora do enclave que poderiam prover abrigo ou esconderijo para sapeadores, franco-atiradores ou concentrações de tropas hostis.Mas se as pessoas em nosso enclave querem partir, não há nada que nossa milícia possa fazer para impedir mais do que alguns poucos deles. Nós estamos dependendo de três coisas, muito mais do que o medo de serem fuzilados, para mantê-los. Primeiro, nós temos dado ordem às pessoas, e nós estamos fazendo um trabalho substancialmente melhor em manter a ordem dentro do nosso enclave do que o governo está fazendo fora dele. Depois da dose de caos que essas pessoas engoliram, todos, menos os tipos mais lavados-cerebralmente, do tipo “faça sua própria parte” estão sedentos por autoridade e disciplina.
Segundo, nós estamos bem no caminho de estabelecer uma economia de subsistência no enclave. Nós temos um grande tanque de armazenamento, que nós deveremos estar aptos a manter cheio apenas bombando água subterrânea dos poços já existentes ; há dois armazéns de comida substancialmente intactos e um silo de grãos praticamente cheio; e há quatro fazendas operantes-incluindo uma fazenda leiteira --com quase a capacidade de produção suficiente para alimentar metade de nosso povo. Nós estamos superando nosso deficit presente de comida fazendo incursões fora do enclave, mas até a hora em que nós tivermos colocado todos para trabalhar convertendo cada pedaço de chão arável em hortas, isso não deverá ser mais necessário.
E além disso, e talvez não por último, cada um no enclave é indiscutivelmente Branco -- nós lidamos sumariamente com cada caso questionável -- enquanto lá fora é o usual esgoto de Brancos-traidores, metade-Brancos, Ciganos, Chicanos, Porto-Riquenhos, Judeus, Negros, Orientais, Árabes, Iranianos, e tudo mais sobre o sol: a típica, cosmopolita sopa racial que alguém encontra em todas as áreas metropolitanas Norte-Americanas nesta era. Qualquer um que sente necessidade de um pouco de “irmandade”, estilo-Judaico, pode deixar nosso enclave. Eu duvido que muitos vão sentir a necessidade.
2 de Novembro de 1993: Nós tivemos uma longa reunião esta tarde na qual nós fomos instruídos sobre os mais recentes desenvolvimentos nacionais e dados novas prioridades para nosso programa de ação local.
Tem acontecido muito pouca mudança na situação nacional durante as últimas seis semanas: o governo tem podido fazer muito pouco para restaurar a ordem nas áreas devastadas ou compensar os danos feitos à rede de transportes da nação, sua produção elétrica e redes de distribuição, entre outros componentes essenciais à economia nacional. O povo está sendo deixado a sua própria sorte em uma grande extensão, enquanto o Sistema se agarra à seus próprios problemas, sendo um dos primeiros a sua renovada dúvida sobre a confiança nas suas forças militares.
Esta falta de mudança é, em si mesma, muito encorajante, porque isso significa que o Sistema não está recuperando o grau de controle sobre o país que ele exercia antes de 8 de Setembro. O governo simplesmente não tem sido capaz de lidar com as condições caóticas que agora prevalecem por sobre extensas áreas.
Nossas unidades tem feito tudo que podem em sabotagem, é claro, apenas com o propósito de manter as coisas desestabilizadas. Mas o Comando Revolucionário tem aparentemente esperado para ver que tipo de situação intermediária aparecerá antes de decidir a próxima fase da estratégia da Organização.
A decisão já foi tomada, e é a de que nós comecemos a fazer em muitos outros lugares o tipo de coisa que fizemos em Maryland no mês passado. Nós vamos estar mudando uma grande parte da ênfase de nossa luta de ações de guerrilha para organizações públicas e semi-públicas. Estas são notícias estimulantes: isso significa uma nova escalada de nossa ofensiva – uma escalada que está somente sendo empreendida por causa de nossa confiança de que a onda da batalha está agora correndo a nosso favor!Mas a antiga fase da luta não está acabada de forma alguma, e um dos mais preocupantes perigos que nós estamos encarando é um assalto militar em larga escala na Califórnia. Forças do governo estão agora passando por uma rápida reorganização na área do sul da Califórnia, e uma invasão da zona liberada parece iminente. Se o Sistema for bem-sucedido na Califórnia, então ele vai certamente se mover igualmente contra Baltimore e qualquer outro enclave que nós possamos estabelecer no futuro, apesar de nossas ameaças de retaliação nuclear.
O problema parece emanar de um clique dos generais conservadores no Pentágono, que nos vêem mais como uma ameaça a sua própria autoridade do que para o próprio Sistema. Eles não tem nenhuma adoração pelos Judeus e não estão exatamente infelizes com o atual estado de coisas, no qual eles são os chefes de fato do país. O que eles gostariam é de permanentemente institucionalizar o presente estado de lei marcial e então gradualmente restaurar a ordem , trazendo um novo status quo baseado nas suas idéias reacionárias e de visão curta.
Nós, é claro, estamos no caminho do plano deles, e eles estão se mexendo para nos esmagar. O que os faz especialmente perigosos para nós é que eles não estão tão temerosos de nossa capacidade de represália nuclear como seus predecessores estavam. Eles sabem que nós podemos destruir mais cidades e matar uma enormidade a mais de civis, mas eles não acham que nós podemos matá-los.
Eu tive uma conversa privada com o Major Williams do Comando de Campo de Washington (WFC) por mais de uma hora sobre o problema de atacar o Pentágono. Os outros maiores centros de comando militares foram ou destruídos em 8 de Setembro ou subsequentemente consolidados com o Pentágono, que os militares de alta patente aparentemente consideram como fortaleza inexpugnável.
E aquilo infelizmente quase é. Nós passamos por cada possibilidade que nós pudemos pensar, e nós não achamos nenhum plano realmente convincente – exceto, um,talvez. Este seria fazer uma entrega aérea de uma bomba.
No perímetro de defesa maciço ao redor do Pentágono há um grande desafio em poder de fogo anti-aéreo, mas nós decidimos que um pequeno avião, voando pouco acima do chão, pode ser capaz de passar através das defesas de três milhas com uma de nossas ogivas de 60 kilotons. Um fator em favor de tal tentativa é que nós nunca usamos anteriormente aviões para esse propósito, e nós esperamos pegar o pessoal da defesa anti-aérea fora de guarda.Ainda que o exército esteja guardando todos os campos aéreos civis, aconteceu de nós termos um avião pulverizador de colheitas parado em um celeiro somente a algumas milhas daqui.Minha tarefa imediata é preparar um plano detalhado para um ataque aéreo ao Pentágono para a próxima Segunda-feira. Nós devemos tomar uma decisão final naquela data e então agir sem mais demora.
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