O Diário de Turner

Capítulo XXIV



8 de Agosto de 1993: Pelos últimos quatro dias eu estive sendo a cabeça ativa de nosso recentemente organizado Departamento Público de Recursos, Utilidades, Serviços, e Transporte (PRUST) para o sul da Califórnia. É uma posição estritamente provisória, e dentro dos próximos 10 dias eu passarei o posto para um outro engenheiro coordenador, um do grupo dos voluntários com que eu tenho trabalhado durante as últimas duas semanas. Ele terá o auxílio de um número de pessoas locais que eram empregadas anteriormente por uma das agências do estado, do condado, ou municipais aqui ou por uma das companhias de serviço privadas, e eu tenho confiança de que ele poderá varrer o resto dos problemas do departamento.

  Com mais da metade das pessoas-chave voltando ao trabalho aqui agora, as coisas estão começando a funcionar que quase normalmente. Nós restauramos a eletricidade, a água, o tratamento do esgoto, a coleta de lixo, e serviço de telefone em todas as áreas ocupadas agora -- embora a eletricidade esteja sendo estritamente racionada. Nós pusemos até mesmo cerca de 50 postos de gasolina de volta à operação, e aqueles civis cujas  atribuições do trabalho lhes dão o status de prioridade podem obter o combustível para seus automóveis.

  O PRUST cobre nosso território inteiro, todo o caminho desde Vandenberg até a fronteira mexicana, e eu fiz muitas viagens para examinar as necessidades e os recursos das várias áreas, e para começar a ter tudo rigorosamente coordenado. Eu estou realmente muito satisfeito com o que nós pudemos realizar em um tempo tão curto. Ao lado das forças armadas e do Departamento de Alimentos, o PRUST tem a função mais essencial a executar e emprega a maioria dos trabalhadores de todas as agências que nós estabelecemos aqui.

  Um dos aspectos mais interessantes de meu trabalho tem sido estabelecer a conexão com o Departamento de Alimentos. Eles produzem a comida; nós a transportamos, armazenamos, e a distribuímos. Havia diversos problemas para serem resolvidos, primeiramente porque uma determinada quantidade do alimento que é produzido não vai diretamente dos campos aos pontos de distribuição mas é processada antes. Isto significa que o Departamento de Alimentos (DA) necessita se preocupar um pouco com o armazenamento e o transporte do campo às fábricas, antes que PRUST tome a responsabilidade. Também o DA tem uma necessidade especializada de transporte em mover seus trabalhadores de suas casas aos campos e vice-versa.

  Eu tive que me familiarizar com a operação inteira da DA para decidir o melhor modo de definir nossas respectivas responsabilidades. Eu estou muito impressionado com o que eu tenho visto. Eles mobilizaram mais de 600.000 trabalhadores -- cerca de um quarto da população ativa total sob nosso controle -- para a produção de comida. Entre 10 a 15 % destes trabalhadores estão os Brancos que já estavam originalmente na agricultura ou pecuária nesta área. Quase um terço são jovens voluntários entre 12 a 18 anos. O resto são pessoas de áreas urbanas que antigamente trabalhavam em ocupações não-essenciais e que foram nomeadas para trabalhar em equipes sob a supervisão da DA agora.

  Muitos no último grupo estão fazendo o primeiro trabalho realmente produtivo de suas vidas. Isto significa que o DA está executando uma função importante de reabilitação social como também produção de comida, e nosso Departamento de Educação está trabalhando junto com  o DA nisto. Todo trabalhador recebe dez horas de aulas cada semana, e ele não só é classificado na atitude geral para com o seu trabalho e produtividade mas também na sua resposta a esta formação ideológica.

  Há um processo de peneiração contínuo em andamento, com trabalhadores sendo designados a novos grupos de trabalho com base nas suas atitudes e desempenhos nos seus grupos anteriores. E deste modo já está começando a emergir das massas os primeiros grupos de trabalho de liderança e ensino. Desses serão selecionados os candidatos para entrarem para a Organização.

  Em várias ocasiões durante minha excursões pela operação da DA eu parei para falar com os trabalhadores nos campos. A moral variava consideravelmente dos grupos com uma proporção alta de ex-parasitas sociais para os grupos de líderes-aprendizes, mas nenhum poderia ser chamado de medíocre. Fizemos com que todo mundo entendesse que, apesar das dificuldades e das privações causadas pela revolução, nós estamos agora seguros que haverá bastante comida para todos --  mas os que não trabalharem também não comerão.

  Minha impressão mais profunda veio do fato que cada rosto que eu via nos campos era branco: nenhum Chicano, nenhum oriental, nenhum preto, nenhum mestiço. O ar parecia mais limpo, o sol mais brilhante, a vida mais alegre.. Que fantástica evolução é a concretização visível de nossa revolução!

  E todos os trabalhadores sentem a diferença também, estando do mesmo lado ideológico que nós ou não. Há um sentimento novo de solidariedade entre eles, de parentesco, de cooperação desinteressada e não-egoísta em completar uma tarefa comum.

  A maioria dos relatórios de notícias de outras partes do país são muito encorajantes para nossa causa. O Sistema ainda está se mantendo, somente por causa da repressão crescente, aberta e brutal. O país inteiro está sob lei marcial, e o governo está confiando pesadamente em seus esquadrões de Pretos trogloditas armados para manter a população civil Branca intimidada. Metade das unidades militares do Sistema ainda são estão confinadas em seus quartéis, como "indignos de confiança".

  As condições estão deteriorando em praticamente toda parte. Torres de transmissão elétrica, quebras nos transportes e comunicações, bombas terroristas, cortes no abastecimento de comida, assassinatos, e sabotagem industrial em massa estão atormentando o Sistema e ajudando a manter o desconforto geral. As unidades de ação da Organização estão fazendo um trabalho heróico, mas suas perdas são pesadas. O único objetivo deles agora é manter a pressão sobre o Sistema e na população geral através da destruição de cada alvo disponível de novo, e de novo, e de novo, sem descanso.

  Dos novos voluntários que estão adentrando em nossa área através das linhas inimigas a uma taxa crescente, nós obtemos uma história consistente sobre o efeito que as condições caóticas estão tendo sobre as pessoas. Os liberais Brancos e as minorias estão gritando histéricamente para que o governo "faça algo"; os conservadores estão reclamando, levantando seus braços e lamentando a "irresponsabilidade" disso tudo; e os "nortes-americanos médios", das massas, estão se tornando mais e mais incomodados com tudo a respeito: nós, o Sistema, os Pretos, e os variados palestrantes liberais e conservadores. Eles apenas querem um retorno a "normalidade" -- e seus confortos rotineiros -- o mais rápido possível.

  Os propagandistas do Sistema estão fazendo uma grande propaganda sobre a nossa evacuação forçada de não-Brancos e nossa sumária liquidação de criminosos-raciais e outros elementos hostis e degenerados aqui. Mas isto não está tendo o efeito desejado, no entanto, a não ser entre os liberais e as minorias. O grosso da população está muito preocupada com seus próprios problemas no momento para partilhar uma lágrima com as "vítimas do racismo".

  O maior empecilho em nosso plano é o norte da Califórnia. As coisas tem estado completamente fora de controle lá. O General Harding está realmente atrapalhando a situação. Isso nos serve de excelente exemplo e lição para não termos nada a ver com os conservadores; ele, como todo o resto, estava esperando atrás da porta quando os cérebros foram distribuídos, e então ele teve uma dose dupla de burrice e teimosia para substituí-lo. (nota ao leitor: Turner está se referindo ao Tenente-General Arnold Harding, comandante da Base da Força Aérea de Travis, que estava localizada a meio caminho entre São Francisco e Sacramento. O papel de Harding na Grande Revolução, apesar de importante, durou somente 11 semanas; ele foi finalmente assassinado por um time da Organização em 16 de Setembro de 1993, depois que muitas tentativas anteriores falharam.)

  Se a situação na área de São Francisco-Sacramento não melhorar rápido, nós provavelmente estaremos envolvidos em uma guerra civil com as tropas sob Harding. O Sistema realmente adoraria isso. A única coisa que Harding fez de certo foi romper com Washington durante a primeira semana de nossa ofensiva de 4 de Julho, assim que ficou claro que o Sistema tinha perdido o controle da Califórnia. De sua própria iniciativa, ele declarou um governo militar independente no norte da Califórnia, e conseguiu que praticamente todos os outros oficiais nas unidades militares estacionadas lá (exceto nosso pessoal militar infiltrado, é claro) se juntassem a ele.

  O Comando Revolucionário tomou a estritamente prática decisão de deixar o General Harding ficar com a bola na sua área, e nosso pessoal foi instruído a não se opor à ele. Isso teve o efeito de substancialmente reduzir nossas próprias perdas, ainda que o exército tenha sofrido muito mais baixas na Califórnia do Norte do que no Sul. Isso porque Harding falhou em tomar medidas suficientemente radicais para consolidar a autoridade e lidar com o pessoal militar Preto.

  E ele falhou mais ainda em manter a população civil sob controle -- novamente, porque ele parece ser incapaz de entender a necessidade de medidas radicais. Os Judeus e outros elementos Bolcheviques em São Francisco estão formando círculos à volta dele, e os Chicanos na área de Sacramento têm feito tumultos e revoltas mais ou menos continuamente por um mês.

  Quando uma delegação do pessoal da Organização foi até Harding no mês passado, e sugeriu uma aliança Organização-Militar para o controle do norte da Califórnia, com as forças de Harding lidando com assuntos de defesa e a Organização lidando com assuntos civis -- incluindo funções policiais -- Harding prendeu-os e se recusou a libertá-los. Desde então, ele tem emitido proclamações idiotas sobre "restaurar a Constituição", erradicar "comunismo e pornografia", e declarar novas eleições para "re-estabelecer a forma republicana de governo intencionada pelos Fundadores dos Estados Unidos", seja lá o que signifique isso.

  E ele tem denunciado nossas medidas radicais no sul como "comunismo". Ele está horrorizado porque nós não organizamos algum tipo de referendo público antes de expulsar os não-Brancos e que nós não demos julgamentos individuais aos Judeus e aos criminosos-raciais que nós lidamos e executamos sumariamente.

  Será que o velho idiota não consegue entender que o povo Americano votou para estar no caos que ele está agora? Ele não entende que os Judeus tomaram o país de cabo a rabo, dentro e de acordo com a Constituição? Ele não entende que o povo comum já teve sua oportunidade de auto-governo, e eles próprios jogaram fora isso?

  Onde ele pensa que novas eleições possam levar agora, com essa geração de eleitores condicionados pela TV, exceto justamente de volta para a mesma máfia e corja Judaica? E como ele pensa que nós podemos resolver nossos problemas aqui, exceto pelas medidas radicais que nós usamos?

  Será que Harding não consegue entender que o caos em sua área vai continuar a piorar cada vez mais até que ele identifique as categorias de gente responsáveis por aquele caos e lide com eles categoricamente -- de que é fisicamente impossível, considerando os números relativos envolvidos, para ele lidar com os Judeus, com os Negros, com os Chicanos e outros elementos perturbadores numa forma individual?

  Aparentemente não, porque o idiota ainda está fazendo apelos à líderes negros "responsáveis" e a Judeus "patriotas" para ajudá-lo a restaurar a ordem. Harding, como os conservadores em geral, não consegue admitir fazer o que deve ser feito, porque isso significaria punir os "inocentes" junto dos "culpados", os Pretos "bons" e os Judeus "leais" junto com o resto -- como se tais termos tivessem qualquer significado no contexto presente. E portanto, temendo tratar indivíduos "injustamente", ele está atrapalhando-se sem possibilidade de ajuda, enquanto tudo vai para o inferno e os civis na sua área morrem como moscas, de fome. Generais deveriam ser feitos de matéria mais dura.

  A única vantagem para nós da situação no norte é a inundação de refugiados Brancos que ela nos trouxe. Mais pessoas tem vindo para dentro de nossa área nas últimas duas semanas para fugir da anarquia em volta de São Francisco do que tem vindo através das linhas do Sistema do resto do país.

  E enquanto isso durar, é interessante ver os exemplos dos três tipos de ordem social simultaneamente diante de nós: no norte, um regime conservador; no leste, democracia Judaico-liberal; e aqui, o começo de um mundo totalmente novo se levantando das ruínas do antigo.
 

23 de agosto de 1993: Amanhã eu vou partir para Washington novamente. Eu tenho estado em Vandenberg por quatro dias aprendendo como ogivas nucleares funcionam. Eu estou encarregado de um grupo que vai levar pessoalmente quatro ogivas de 60 kilotons para Washington para serem escondidas em localizações-chave em volta da capital.

  Aproximadamente 50 outros homens -- todos membros da Ordem -- foram treinados comigo, e cada um deles tem uma missão similar como um líder de grupo. Isso significa um total de 200 ogivas para serem dispersas por todo o país, inicialmente, com mais outras que seguirão posteriormente.
Todas as ogivas são idênticas; elas foram removidas de uma pilha de estocagem de projéteis de artilharia de 240-mm que nosso pessoal achou aqui. Elas foram ligeiramente modificadas, para que elas possam ser detonadas por sinais de rádio codificados.Elas serão nossa garantia, no caso de que nós percamos nossa instalação de lançamento de mísseis aqui.

  Esta missão é a mais complicada de todas que eu já fui atribuído. Ela vai ser muito mais difícil do que explodir o quartel-general do FBI a dois anos atrás. Cinco de nós deveremos fazer nosso caminho através de 3500 milhas de território inimigo, carregando quatro bombas nucleares pesando um total de 520 libras, sem sermos pegos. Então nós devemos furtivamente levá-las para dentro de áreas que estarão pesadamente guardadas, e então escondê-las, de tal forma que haja uma chance praticamente nula de serem achadas.

  A parte dos perigos envolvidos, que amarram minhas tripas em nós sempre que eu penso sobre eles, eu tenho sentimentos misturados sobre essa missão. Por um lado, eu odeio deixar a Califórnia. Ser um participante no nascimento desta nossa nova sociedade tem sido tremendamente entusiasmante e recompensador para mim, e nosso trabalho está apenas começando. Novos projetos estão sendo lançados todos os dias, e eu quero fazer parte deles. Nós estamos aqui assentando as fundações para uma nova ordem social que vai servir a nossa raça pelos próximos milhares de anos.

  E podermos ser capazes de viver e trabalhar em um mundo Branco, sadio, racional -- isso está acima de qualquer valor para mim. As últimas poucas semanas tem sido maravilhosas. É terrivelmente deprimente pensar em deixar esse Oásis Branco e mergulhar novamente naquele esgoto de Miscigenados e Negros e Judeus e Liberais Brancos doentes e malucos lá fora.

  Por outro lado, já tem passado mais de três meses desde que eu vi Katherine, e me parece como um ano. A única coisa que tem limitado meu entusiasmo sobre o que nós temos alcançado aqui é que ela não tem podido partilhar isso comigo. E agora, com a situação mudada, ela e os outros em Washington estão vivendo sobre condições muito mais difíceis e em muito maior perigo do que nós aqui na Califórnia. Perceber isso me faz sentir culpa todo dia que eu permaneço aqui.

  O maior sentimento que eu tenho agora, no entanto, é o da responsabilidade. Eu estou ao mesmo tempo orgulhoso de que eu, ainda somente um membro em provação da Ordem, estou sendo confiado com tal importante e difícil tarefa. Eu devo tentar duramente colocar todos os outros pensamentos e sentimentos à parte até que essa tarefa esteja completa e bem-sucedida.

  Durante os últimos quatro dias eu tenho não somente aprendido sobre a estrutura e funcionamento das ogivas que eu serei responsável, mas também sobre o porquê a missão é vital. Isso envolveu uma lição em estratégia que tem sido muito profunda.

  O pessoal no Comando Revolucionário, com seus olhos fixos firmemente no nosso objetivo de longo alcance -- de total vitória sobre o Sistema -- não se deixaram iludir pelos nossos ganhos na Califórnia e as presentes dificuldades que o Sistema está encarando em toda a parte. Os fatos amargos são estes:

  Primeiro, fora da Califórnia o Sistema continua essencialmente intacto, e a disparidade em números entre as forças do Sistema e as nossas é ainda pior do que era antes de 4 de Julho. Isso porque nós temos empregado sem parar nossa força em todas as outras partes do país para manter o Sistema desequilibrado tempo o bastante para nós consolidarmos nossos ganhos aqui.

  Segundo, apesar das forças militares sob nosso controle aqui, o Sistema -- assim que ele tiver arrumado alguns dos seus problemas de moral militar presentes -- será capaz de nos esmagar com armas convencionais com muito pouco trabalho. A única coisa que realmente os mantém longe de nós por todo esse tempo tem sido nossa ameaça de represália nuclear contra Nova York e Tel Aviv.

  Terceiro, nossa ameaça nuclear está em grave perigo de ser neutralizada. O Sistema tem a capacidade de lançar um primeiro ataque de surpresa contra nós, com uma alta probabilidade de arrasar todos os nossos "difíceis" silos de lançamento antes que nós possamos disparar nossos mísseis.
As fontes de inteligência do Comando Revolucionário indicam que tal ataque surpresa é exatamente o que está sendo planejado. O Sistema está esperando somente até que ele tenha terminado a reorganização militar de emergência, que lhe dará garantias na confiança política no Exército dos Estados Unidos. Ele quer dar seguimento a destruição de nossa capacidade nuclear imediatamente com uma maciça invasão que irá nos liquidar em um dia ou dois.

  Pior ainda, o Sistema tem um plano alternativo que se refere a devastação nuclear total de todo o sul da Califórnia. Isso será feito se o Sistema falhar em recuperar a garantia na confiança de suas forças militares terrestres nas próximas duas semanas.

  Nós ainda não sabemos o exato calendário do Sistema, mas nós temos relatórios de que mais de 25.000 dos mais ricos e influentes Judeus e suas famílias silenciosamente fizeram as malas e deixaram a área de Nova York nos últimos dez dias, a maioria deles levando apenas uma moderada quantidade de bagagem consigo -- talvez o suficiente para umas férias de duas ou três semanas.

  Consequentemente, nossa estratégia inteira contra o Sistema foi minada. Se nós pudéssemos manter o inimigo fora daqui indefinidamente -- ou mesmo por um ano ou dois -- com nossa ameaça de retaliação nuclear, então nós poderíamos derrubá-lo. Com a Califórnia como uma base de treinamento e suprimento, e com uma população de mais de 5 milhões de Brancos para recrutar, nós poderíamos escalar firmemente nossa guerra de guerrilha através do resto do país. Mas sem a Califórnia nós não podemos fazer isso -- e o Sistema sabe disso.

  Portanto o que nós devemos fazer imediatamente -- é dispersar um grande número de armas nucleares para fora da Califórnia. Nós deveremos então detonar ao menos uma dessas armas para convencer o Sistema de que uma nova situação existe. Se o Sistema atacar a Califórnia depois disso, nós seremos obrigados a detonar todas ou a maioria das nossas armas dispersas, num esforço de destruir a capacidade do Sistema de resistência organizada.

  Infelizmente, muito da população Branca no país está destinada a ser perdida se nós formos forçados a esse extremo. O país também estará aberto para o perigo da invasão por outras nações. Um amarga perpectiva, realmente.



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