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Free Speech - August 1999 - Volume V, Number 8


A Divisão da América

pelo Dr. William Pierce

Uma coisa interessante está acontecendo na América: a nação está se movendo em duas direções ao mesmo tempo.
 
Em uma direção está a coalizão Clinton, movendo-se cada vez mais atrevidamente no reino do "bem-bom", de cada vez maior permissividade, de homossexualidade, de valores e atitudes femininos, de multiculturalismo e "diversidade". Esta é a parte da América que aplaudiu o bombardeio da Sérvia e que apoia o conceito de Nova Ordem Mundial ditando a todo mundo em toda parte como dirigir sua vida. Esta é a parte da América que está olhando à frente alegremente para o contínuo escurecimento da América, a parte que acredita que as coisas serão muito melhores quando finalmente não houver mais uma maioria Branca. Esta é a parte da América que acredita em igualdade e democracia e fraternidade; é a parte da América que é a da moda, da tendência, materialística, e consumisticamente orientada, a parte narcisística e individualista, a "geração eu", de todas as eras.
 
E do outro lado há o resto da América Branca. É a parte da América Branca que não somente não votou em Clinton, e não aprova a maneira como ele está dirigindo o país, mas que está estarrecida -- que está horrorizada -- que tal pessoa possa ter se tornado seu presidente. É a parte da América Branca que não aceita que a América deva ser a polícia do mundo, iniciando guerras com nações cujas políticas internas os tendenciosos da Nova Ordem Mundial não gostam. É a parte da América Branca que não aceitou a noção que homossexualidade é ok, que casamentos do mesmo sexo são ok, de que homossexuais deveriam poder adotar crianças e criá-las de acordo com sua própria perversão. É a parte da América Branca que não acredita em mandar mulheres ao combate ou em manter nossas fronteiras abertas para o Terceiro Mundo.  É a parte da América Branca que não acredita que é mais importante ter mais diversidade e multiculturalismo em nossas escolas
do que manter rigorosos padrões de performance. É a parte da América Branca que tem resistido à noção de que tudo que é Branco, masculino e heterossexual é suspeito, a parte que está começando a se tornar um pouco cínica sobre o uso da palavra "ódio" pela mídia controlada para rotular e etiquetar tudo o que não é "politicamente correto".

Agora, esta parte da América não está se movendo como um todo para qualquer lugar. A maioria das pessoas nesta parte da América estão num estado de choque cultural; elas estão ainda tentando adivinhar o que aconteceu com a América que elas costumavam conhecer e amar. Na medida em que esta parte da América não está indo a qualquer lugar, ela está provendo um crescente filete de recrutas para um movimento de resistência que é, em parte, um exército clandestino, e é em parte um fórum de dissidentes.
 

A crescente separação de duas partes da América pode não parecer a mesma para o ponto de vista de qualquer pessoa, e para alguns, ela pode nem sequer ser visível. O que eu vejo, no entanto, são dois movimentos simultâneos distantes do centro, distantes do antigo status quo. Eu vejo em um lado a parte que, por simplicidade, eu chamei de "coalizão Clinton", -- e por favor, entenda que eu estou usando os termos "coalizão Clinton" e "Clintonistas" em um senso genérico agora, não apenas para me referir à gangue atual, mas também aos seus predecessores da mesma espécie -- eu vejo a coalizão Clinton se
tornando cada vez mais ultrajante, cada vez mais arrogante e audaciosa,  cada vez mais auto-confiante e sem auto-restrições; e do outro lado eu vejo o crescimento acelerado da organização que eu lidero, a National Alliance, e eu vejo uma crescente resposta à estes programas das Vozes Dissidentes Americanas.

 Agora, da maneira que eu descrevi este fenômeno, de um certo modo eu me coloquei, e a parte da América que eu pertence no papel de reacionários: A coalizão Clinton tem empurrado políticas que nós não gostamos, e nós temos reagido a elas. Eu acho que eu prefiro pensar em mim como um revolucionário ao invés de um reacionário, mas a verdade é que se a coalizão Clinton não estivesseempurrando políticas há 30 anos atrás, que eu vi como políticas que iriam destruir minha raça e a civilização que nós construímos, eu teria permanecido como um professor de física. Eu me tornei um dissidente, eu me tornei um ativista, em reação à estas políticas destrutivas que estavam sendo promovidas pela gangue Clinton desde os anos 1960. Eles eram os revolucionários; eu era o reacionário.

Tendo me tornado um dissidente, no entanto, eu eventualmente fui muito além de meramente resistir às políticas da gangue Clinton. Eu pensei sobre as falhas não-aparentes em nossa sociedade e em nosso sistema de governo e em nossa ideologia prevalecente e estilo de vida que permitiu à gangue Clinton a chegar a uma posição onde ela pode nos fazer tanto dano. Ao invés de defender o centro, eu próprio me tornei um revolucionário, determinado que nós temos não somente que derrotar os Clintonistas e tomar o poder deles, mas que nós devemos re-estruturar a nossa sociedade, re-estruturar o nosso governo, re-estruturar a nossa forma de pensar e de viver para que os inimigos de nosso povo nunca mais possam ganhar poder sobre nós novamente. Portanto, enquanto a gangue Clinton continuou a mover-se do centro para outra direção, eu comecei a mover-me do centro em outra direção -- e agora muito mais gente do que em anos anteriores também pararam de tentar meramente defender o centro e estão se movendo para longe comigo. Muito mais gente tem parado de se ser reacionários e estão se tornando, ao invés disso, revolucionários. Este é o fenômeno que eu quero falar hoje, este movimento acelerado do centro,  esta separação em duas partes da América.
 

Há muitos pontos de vista diferentes pelos quais alguém pode ver este fenômeno. Deixe-me descrever para você um filme que eu vi na semana passada, que ilumina um desses pontos de vista. O filme foi feito em 1995, mas levou-me quatro anos para vê-lo. Ele se chama Raça Pura (Pure Race), e ele é mais ou menos o padrão de filme de propaganda de ódio do tipo que Hollywood tem produzido nos últimos 15 anos ou quase isso, num esforço de persuadir os "batatas-de-sofá" de que qualquer um que não tenha idéias 'politicamente corretas' em assuntos raciais é um psicopata perigoso. Ele rouba um grande número de idéias de outros filmes de propaganda do mesmo gênero, tais como Betrayal (Traição) e Into the Heartland, ambos produzidos há poucos anos atrás. De fato, Raça Pura é chocantemente cheio dos clichés liberais padrão. O filme olha para a América do ponto de vista Clintonista, e o que ele diz, essencialmente, é que você não pode confiar em ninguém que não é um liberal urbano 'Politicamente Correto'. Gente Branca em cidades pequenas e áreas rurais são provavelmente trogloditas racistas e perigosos.

Os dois co-protagonistas no filme, uma estudante Branca universitária e um estudante Negro universitário, estão dirigindo juntos através do Noroeste dos EUA, na costa do Pacífico, voltando para a universidade, e eles acabam com um pneu furado em uma área rural do Idaho, onde Negros não são bem vindos. Os dois são sequestrados por uma gangue neo-nazista, o lider dos quais é o prefeito da cidade mais próxima, e um proeminente membro dela é um xerife local, e eles são soltos para se perderem na floresta para serem caçados e mortos pelos pesadamente armados neo-nazistas por esporte.

Bem, esta é parte do que o filme Raça Pura diz. Ele também diz aos espectadores que Negros são realmente superiores aos Brancos em todos os aspectos, especialmente em sua atraência para lindas meninas Brancas, e que certamente nós não nos deveríamos resentir sobre isso. Um jovem homem Branco que faz objeção ao co-protagonista Negro, fazendo uma paquera à sua namorada leva uma bem-merecida surra do Negro. O co-protagonista Branco, do tipo liberal-permissivo, admira servilmente o Negro tanto por sua bem-sucedida paquera com a menina Branca quanto por bater no namorado Branco dela.

Agora, os Judeus e seus aliados fazem filmes como Raça Pura porque os filmes servem aos seus propósitos. Eles fazem com que espectadores urbanos, liberais politicamente corretos sintam suspeita de gente Branca que vive em pequenas cidades em lugares como Idaho ou West Virginia. Eles convencem estudantes universitários Brancos, do tipo liberal e permissivo que é ok negros namorarem com meninas Brancas, e que qualquer um que faça objeção a isso merece ser espancado. Se os filmes não servissem a esse propósito, os Judeus não continuariam fazendo-os.

Minha reação ao filme foi de que uma das primeiras coisas a serem feitas quando a América estiver com a saúde restaurada é caçar todo mundo que tenha tido qualquer coisa a ver com a produção der um desses filmes de propaganda anti-Brancos de ódio e lidar com eles apropriadamente. E eu sei que muitos outros Brancos Americanos ficariam, no mínimo, irados por esse filme. As imagens que esses filmes de propaganda de ódio Judaico direcionam para os "batatas-de-sofá" (couch-potatoes, expressão para americanos gordos assistidores de TV), estão mais chocantes do que costumavam ser a alguns anos atrás. A propaganda está mais audaz. Os filmes estão menos sutis. E isto porque o vão entre as duas Américas está se ampliando. Os filmes não devem ser mais tão sutis como eles costumavam ser de maneira a serem efetivos com a sua audiência almejada.

Bem, aquele é um ponto de vista. Na noite passada, eu vi um outro filme de propaganda de ódio: um filme de propaganda muito, muito mais sutil e astuto do que Raça Pura. O filme que eu vi na noite passada foi um muito mais novo. O nome é American History X. Quando este filme apareceu pela primeira vez há alguns poucos meses atrás houve uma certa quantidade de preocupação e protestos entre os Judeus e seus aliados. Muitos deles pensaram que ele era sutil demais, que ele poderia enviar a mensagem errada para muitos espectadores. Eles temiam que ao fingir serem objetivos, ao fingir serem imparciais em seu retrato de Brancos e Negros, ele confirmaria e apoiaria alguns Brancos em seus "preconceitos".

Bem, no caso de você não ter visto o filme ainda, eu irei descrevê-lo para você. O protagonista em American History X é um skinhead de uma família trabalhadora na Califórnia: um brilhante e articulado skinhead chamado Derek, que é um líder natural. O pai de Derek é um bombeiro que é assassinado por Negros enquanto tenta apagar um incêndio numa casa de drogados em crack, um muquifo, num bairro negro. E eu devo dizer que para esse filme, que ele faz um trabalho muito melhor do que qualquer outro filme que eu tenha visto recentemente em retratar as amargas realidades da vida para os jovens crescendo
no esgoto multucultural que os Clintonistas tem transformado a Califórnia.

De qualquer maneira, as gangues negras e a intimidação de crianças Brancas por Negros nas escolas são retratadas com um realismo chocante em American History X. Assistir ao filme ajuda a alguém entender porque tantos jovens Brancos de famílias de classe trabalhadora que são forçados a frequentar as escolas multiculturalizadas em nossas cidades se tornam skinheads. Eles fazem isso para sobreviver. As crianças Brancas tem sido abandonadas pelo estabelecimento adulto, que para ser "politicamente correto" deve fingir que ir para a escola com Negros é uma experiência maravilhosa e enriquecedora
culturalmente. Portanto, as crianças e jovens Brancos se juntam à gangues de skinheads para que eles possam se proteger dos Negros.

Logo no início do filme uma gangue de Negros armados vai à casa de Derek à noite para roubar sua caminhonete em sua garagem. Derek surpreende-os e se engaja em um tiroteio que deixa dois dos Negros mortos. Derek é mandado para à prisão por três anos sob a teoria de que ele usou de força excessiva em prevenir o roubo de sua caminhonete. Enquanto está na
prisão, ele encontra proteção de gangues Negras ao se juntar com uma gangue Branca. Mas quando Derek critica o negócio de venda de drogas da gangue Branca, ele é selvagemente brutalizado e estuprado por eles para ensinar-lhe uma lição. Depois disso, sem a proteção de seus companheiros Brancos ele teme que as gangues Negras o matem, mas um prisioneiro
Negro, com o qual ele foi designado a trabalhar junto, na lavanderia da prisão salva sua vida colocando para os outros Negros que Derek não deve ser ferido.

Para encurtar uma longa história, quando Derek termina seus três anos na prisão, ele é um homem mudado. Ele aprendeu com sua experiência na prisão que nem todos os seus companheiros Brancos são bons, e que nem todos os Negros são ruins: nem todos eles são contra ele. Ele está determinado a tirar seu irmão mais novo da cena skinhead. Mas é tarde demais. Seu irmão mais novo cometeu um erro básico de ficar no caminho de um troglodita preto que estava pisando num menino menor Branco no banheiro da escola, e no fim do filme o troglodita preto volta à escola com uma pistola e assassina o irmão de Derek.

Portanto, a mensagem de American History X não é a de que Negros são superiores e que Brancos "politicamente incorretos" são trogloditas psicopatas, que é a mensagem de Raça Pura. A mensagem de American History X é a de que alguns Brancos são maus e que alguns Negros são bons: de que não é simplesmente uma matéria de Brancos bons e Negros ruins. Nós vemos o efeito dessa mensagem em Derek. Ela o confunde ao ponto em que ele decide abandonar a guerra totalmente real em andamento entre Brancos e Negros. Ele lutou na guerra e ela lhe custou caro demais. Ele não quer mais lutar. Ele apenas quer que sua família esteja segura. Ele não teria ido para a prisão, e seu irmão ainda estaria vivo se ele não resistisse.  A mensagem de American History X é de que nós não deveríamos resistir.

E sem dúvida nenhuma, nesta sociedade feminilizada na qual nós vivemos hoje, esta mensagem será efetiva em algumas pessoas. O que os propagandistas do ódio estão nos dizendo com American History X é , sim, há um mundo áspero e perigoso lá fora, mas você não deve tentar resistir a ele com base em raça. Porque, você vê, há alguns Brancos muito maus, e há alguns Negros decentes. Portanto, não resista. Não vai lhe fazer bem algum. Você só vai se machucar. Apenas deixe o processo de multiculturalização continuar. Apenas vá com o resto do fluxo e tente fazer o melhor nisto. Não resista.

Ora, ora, ora! Como se nós precisássemos de Hollywood para nos dizer que alguns Brancos são maus, e alguns Negros não são! Agora, para aqueles que não estão desesperadamente confusos por esta revelação como Derek esteve, e portanto não estão inclinados a colocar suas mãos para a frente e se render, deixe-me trazer a mensagem de American History
X um passo à frente do que seus produtores intencionaram. Sim, há uma zona de guerra lá fora, e talvez você corra mais risco de se machucar se você não se render. Mas você sabe, a América nem sempre foi tal esgoto multicultural. As escolas em nossas cidades não foram sempre infestadas com gangues Negras. Até mesmo lugares como Los Angeles costumavam
ser comunidades decentes, seguras e salubres para famílias Brancas viverem. Costumava ser que crianças Brancas não fossem chutadas por trogloditas pretos nos banheiros das escolas. Costumava ser que alguém não precisasse se preocupar com Negros roubando sua caminhonete à noite em sua garagem -- nem mesmo em Los Angeles. Na verdade, nem mesmo costumava existir gangues Brancas de drogas, como aquela na prisão para onde Derek foi mandado -- não havia tais gangues antes que a nossa sociedade inteira tivesse se tornado o esgoto que é hoje. Eu quero dizer, houve um tempo onde nem
sequer a Máfia negociaria com drogas, porque o negócio das drogas era considerado um negócio "sujo".

E a situação está piorando. Os não-Brancos estão continuando a inundar para dentro de nossas fronteiras. A Califórnia está se tornando cada vez mais escura, e um lugar cada vez menos e menos segura para jovens Brancos crescerem. Toda a América está se tornando escura. A raça Branca está perdendo terreno em toda a parte: em nossas cidades, em nossos subúrbios, em nossas escolas, em nossas forças armadas. Imigrantes não-Brancos estão continuando a se alastrar pelo país. As mãos estendidas em ajuda e o favoritismo para com os não-Brancos continua. O governo em Washington e em cada sede de governo estadual no país e nas câmaras municipais em todo o país estão se tornando cada vez mais e mais corruptas.

Por toda a nossa história nossos ancestrais responderam a situações como essa através da luta, da maneira como Derek e seu irmão fizeram no começo do filme American History X. Nós lutamos por nosso caminho contra o barbarismo. Nós edificamos uma civilização. Nós estabelecemos um sistema de justiça para nosso povo. Nós trouxemos ordem do caos. E nós lutamos em cada passo desse caminho. Nós lutamos contra os Hunos, contra os Mouros, contra os Mongóis e contra os Turcos. Nós construímos uma civilização na Europa na qual nós sabíamos como lidar com criminosos Brancos como aqueles que brutalizaram Derek na prisão. Nós não os mimávamos mandando a eles uma assistente social para falar com eles. Nós os
enforcávamos. Nós quebrávamos eles. Nós nos livrávamos deles.

Nós viemos para a América e nós lutamos contra os Índios. Os colonizadores Brancos aqui não se deixaram submeter pelas atrocidades dos Índios contra nossas mulheres e nossas crianças. E nós não jogamos nossas mãos para a frente e nos
rendemos quando nós percebemos que alguns índios eram amigáveis -- nem todo índio tinha o hábito de sequestrar colonizadores Brancos e torturá-los até a morte em maneiras horríveis. Nós não desistimos quando ficou claro à nós que nós teríamos uma luta difícil para civilizar a América do Norte. Nós lutamos! Nós civilizamos o continente. Nós construímos uma nação onde nós poderíamos viver e trabalhar, onde nós pudéssemos ir para a escola e criar nossas famílias em um ambiente decente e seguro: nenhuma gangue Negra, nenhuma gangue Asiática, nenhuma gangue Hispânica, nenhuma droga, nenhum carro atirando, nenhuma inundação de não-Brancos infestando o país, nenhum Bill Clinton na Casa Branca. Esta era a nossa América. Nós lutamos por ela, e nós a construímos.

E então talvez nós tenhamos baixado a guarda. Nós nos relaxamos demais. E portanto, aqui estamos em 1999, com nossa civilização sob ataque e perdendo terreno em todos os fronts. A coisa interessante sobre American History X é que o herói skinhead, Derek, entendeu e enunciou todas essas coisas no começo do filme. Ele lutou, na única maneira que ele sabia como lutar em seu ambiente, e com seus conhecimentos anteriores, e aquilo era certo e bom. É claro, nós não podemos ganhar esta guerra com um exército de bêbados, indisciplinados e farreadores skinheads. Mas ao menos, a mensagem do filme -- a sua moral -- foi boa até esse ponto. Mas então o filme revela sua verdadeira natureza como propaganda de ódio quando o herói descobre que há Brancos maus e bons Negros e decide, portanto, que ele não mais lutará pela civilização Branca, que não é bom resistir àqueles que estão destruindo a América.

E eu acho que essa mensagem de propaganda será efetiva em algumas pessoas -- mas não tantas, eu creio, como o número que os produtores esperavam. Eu acredito que muitos espectadores irão para o próximo passo, sem que eu precise explicar para eles. e eles dirão para si mesmos, sim, a vida não é tão simples, mas o fato é que nós estamos em uma guerra, e nós estamos perdendo; as condições estão se tornando cada vez piores. E não está em nossa natureza nos render. A única maneira que nós podemos ter um futuro melhor para nossa raça é lutar, não desistir como Derek fez.

E esta é a divisão da América que eu vejo agora. Eu vejo mais gente do que antes entendendo que nós devemos lutar, ainda que outros sejam persuadidos a se renderem. E eu espero que a maioria de vocês em minha audiência hoje irão entender que nós devemos lutar e escolher lutar comigo por um futuro melhor.
 

© 1999 National Vanguard Books · Box 330 · Hillsboro ·WV 24946 · USA

A cassette recording of this broadcast is available for $12.95 including postage from:
National Vanguard Books
P.O. Box 330
Hillsboro, WV 24946

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