
Me levou um longo tempo para aceitar o fato de que realmente há pessoas que não querem saber a verdade. De fato, esse é o caso da maioria do público. A maioria das pessoas quer acreditar no que as faz sentir seguras e confortáveis. Se o que acreditam é verdade ou mentira, isso não é realmente importante para elas. Eu não quero ofender as mulheres quando eu digo isso, mas esta sempre me pareceu ser uma atitude essencialmente feminina: Ser mais preocupadas com a aceitação social de uma idéia do que com a veracidade ou falsidade dessa idéia. E dessa forma é que a maioria das pessoas, homens tanto quanto mulheres, se comportam nesses dias atuais. Nós estamos vivendo numa era efeminada.
Você sabe, quando eu lhe digo que as pessoas ficam aterrorizadas com informações ‘Politicamente Incorretas’, eu não estou exagerando nem um pouco. O patrocinador deste programa, National Vanguard Books, envia por correio seus catálogos para centenas de pessoas todos os meses. Os catálogos custam dinheiro, e portanto, é tomado cuidado para mandá-los para as pessoas que pensamos estarem interessadas nos livros e fitas descritos neles, mas ocasionalmente um catálogo é recebido por uma pessoa que é alérgica a idéias ‘Politicamente Incorretas’. O que frequentemente ocorre então, é que o destinatário, ao invés de simplesmente folhear o catálogo, nada que um entusiasta de Clinton se interessaria, e jogá-lo na lata do lixo, e esquecer sobre isso, -- ao invés disso, seu coração começa a bater desenfreadamente, e ele começa a suar frio. Ele pensa consigo mesmo, "Oh meu Deus, imagino agora se os vizinhos viram este envelope na minha caixa de correio! Eles devem pensar que eu não adoro o presidente. Eles devem pensar que eu estou do lado errado das pesquisas de popularidade. Eles devem pensar até mesmo que eu sou algum tipo de racista ou anti-semita, porque há livros aqui no catálogo que não são nem um pouco ‘Politicamente Corretos’ ". E então, com seu coração pulando e dificilmente conseguindo respirar, ele chama seu advogado.
Eu não estou brincando com vocês: nós recebemos cartas certificadas, retornando de destinatários, vindas de advogados exigindo que nós removamos o nome de fulano e beltrano de nossa lista de correio imediatamente e nunca mais mandemos a ele qualquer coisa novamente. Quanto você acha que isso custa ao pobre, assustado babão que recebeu nosso catálogo no correio? Eu não sei sobre o seu advogado, mas o meu me cobraria uns cem dólares para mandar uma carta certificada como essa para mim. Mas há muitos e muitos Norte-Americanos que estão tão aterrorizados de que outras pessoas vão pensar que eles tem pensamentos ‘Politicamente Incorretos’ que eles estão dispostos a pagar. E apesar do exemplo que eu acabei de lhes dar da reação de um entusiasta de Clinton recebendo um catálogo de livros pelo correio, há pessoas anti-Clinton que estão da mesma forma assustadas.
O real significado desse tipo de reação
assustada por algumas pessoas ao catálogo do National Vanguard Books
não é que há pessoas lá fora que tem idéias
e opiniões que são diferentes das minhas. O verdadeiro significado
é o medo. Eu realmente acredito que muitos -- talvez a maioria --
dessas pessoas assustadas não tenham realmente nenhuma idéia
ou opinião afinal. Idéias não são importantes
para elas, não são reais para elas. O que é importante
é ser aceito, é se encaixar, é ser aprovado. Eu acho
que isso sempre tem sido importante para a maioria das pessoas. Para mulheres,
em particular, sempre foi mais importante serem aprovadas do que terem
um entendimento correto do mundo a sua volta. Hoje mais e mais homens estão
se comportando como mulheres nesse aspecto. E o medo está realmente
mais forte, mais espalhado e difundido do que costumava ser.
Deixe-me compartilhar com vocês uma história
realmente nojenta que eu li na semana passada. Ela foi publicada na edição
de 19 de janeiro do San Jose Mercury News. Isso foi em San Jose,
na Califórnia. A escritora do artigo, Katherine Corcoran, é
uma membro da equipe no jornal, uma mulher branca, e ela relata a dolorosa
experiência que ela teve depois que sua filha de sete anos de idade
foi a uma loja de brinquedos de San Jose com sua tia, para comprar
uma boneca Barbie. A menininha queria uma boneca Barbie Branca no fundo
da prateleira, mas havia uma Barbie Negra na frente da Barbie Branca, então
ela empurrou para o lado a Barbie Negra para conseguir alcançar
a Barbie Branca. E então ocorreu a criança que ela
tinha cometido um "crime-de-ódio" (hate-crime). Ela voltou pra casa
em lágrimas, confusa e assustada, e perguntou a sua mãe se
quando ela colocou de lado a Barbie Negra ela foi "preconceituosa". A mãe
da menina descreveu tudo isso no artigo de jornal que ela escreveu. Ela
cita as exatas palavras da filha: " Na loja de brinquedos hoje, a Tia me
levou para escolher qualquer Barbie que eu quisesse. E eu coloquei de lado
uma Barbie Negra na prateleira para alcançar a Barbie Branca atrás
dela. Isso me faz ser preconceituosa?" E como eu disse, essa não
foi uma questão sem importância. A menininha estava chorando,
aterrorizada de que ela poderia ter se mostrado "preconceituosa".
E quando a mãe dela ouviu essa questão, ela mesma congelou em terror. Ela não sabia como responder a essa questão. Ela tinha medo de simplesmente responder, " Não, querida, escolher a boneca Branca ao invés da boneca Negra não significa que você foi preconceituosa." Ela não poderia dar essa resposta porque seria ela seria desonesta. Essa resposta poderia confortar sua filha no momento, mas poderia levar a menininha em relaxar sua auto-vigilância e até mesmo levá-la ao caminho do ‘Politicamente Incorreto’. Poderia, Deus nos livre, reforçar a sua preferência para Brancos ao invés de Negros.
Por outro lado, se a mãe respondesse a filha honestamente
-- se a mãe respondesse, " Sim , sua malvada, pequena racista, empurrando
de lado a boneca Negra você revelou seu horrível, e racista
preconceito em favor de sua própria raça" -- se a mãe
respondesse dessa maneira, então sua filha poderia não ser
capaz de lidar com o trauma psíquico. As próprias palavras
da mãe no jornal foram: "Se eu dissesse sim, eu temo que eu arranharia
sua auto-imagem para sempre. Seu olhos pediam para mim para não
confirmar o pior". Acredite se quiser, isso foi exatamente o que essa mulher
doente escreveu no jornal. "Se eu dissesse sim, eu temo que eu arranharia
sua auto-imagem para sempre". E ainda, a mãe estava certa de que
"sim" era a resposta honesta e correta, porque ela "sabia" que todos nós
Brancos temos o ‘pecado original’ do racismo em nós, um pecado que
nós somos obrigados a lutar contra durante toda as nossas vidas
para superá-lo e dedicar todas as nossas vidas no sentido de eliminá-lo.
No resto do longo e protestante artigo, a mãe agonizava
sobre como lidar como este terrível dilema.Tudo isso é surrealista,
o tipo de sonho que alguém tem quando vai dormir depois de um caso
bem grave de azia e dor de estômago. Mas, infelizmente, essa é
a maneira que a grande maioria dos Norte-Americanos pensam nestes dias.
Eles realmente ficam se atormentando com coisas como estarem certos de
que estão criando suas crianças para serem ‘Politicamente
Corretas’ e ao mesmo tempo, auto-satisfeitas.
A mãe escrevendo no San Jose Mercury News relata as histórias de muitos outros pais que encontraram problemas semelhantes aos dela. Nenhum desses pais expressa raiva contra aqueles que lavaram-cerebralmente suas crianças ao ponto de que qualquer percepção de que elas instintivamente tenham de preferir sua própria raça e os semelhantes à elas assustem-nas e as faça sentirem culpadas por causa disso. Nenhum pai considerou pegar uma rifle e ir caçar lá fora os chefes judeus da mídia que fizeram isso com suas crianças, com seus filhos. Ao invés disso, todos eles bajulam servilmente e se acanham. A mãe que escrevia a história finalmente decidiu que o que a filha dela precisa é ainda mais lavagem-cerebral -- mais livros infantis cheios de multiculturalismo e diversidade, mais filmes de Steven Spielberg, et cetera. Ela enganou sua filha a acreditar que a única razão pela qual ela procurou pela boneca Branca ao invés da boneca Negra não foi de que a boneca Branca era a que ela se identificava, porque parecia com ela, mas porque ela gostava mais do batom da boneca Branca do que do batom da boneca Negra. Essa racionalização fez a mãe e a filha se sentirem muito melhores. E então antes que a filha pudesse se esquecer, a mãe saiu e trouxe a ela uma Barbie Negra, uma Barbie Mestiça, uma Barbie Indiana, etc. A mãe concluiu: "Eu decidi que se a minha filha fosse brincar com Barbies... elas no mínimo tinham que ser diversificadas. Seu mundo de brincadeira agora inclui Barbies árabes, índias, latinas, e afro-americanas". E essa mãe obviamente se sentiu muito orgulhosa da maneira com que ela lidou com o problema da filha. Eu senti vontade de vomitar depois de ler essa história.
É fácil prever daqui oito anos ou isso, até a época no futuro, quando a filha dessa mulher estiver frequentando uma escola (High School) e começar a ter encontros, namorar. Quando ela tiver uma chance de escolher entre sair com meninos negros ou meninos brancos, ela vai se lembrar da resposta da mãe dela sobre o dilema da Barbie. A mãe dela, sem dúvida, vai se orgulhar dela quando ela trouxer seu primeiro namorado negro para jantar.
Você sabe, havia um tempo em que eu achava que o único
caminho que nós poderíamos salvar nossa raça e civilização
era ter uma guerra civil e fuzilar todos que pensassem dessa maneira e
então começar de novo com os sobreviventes. Claro, nós
ainda precisamos de uma guerra civil -- não há maneira de
escapar disso -- mas não será necessário fuzilar cada
um que sente angustiado e culpado quando sua filha opta por uma Barbie
Branca. Essas pessoas não são ideológicamente opostas
à sobrevivência da civilização Branca. Como
eu mencionei antes, eles não tem sequer uma ideologia, ou qualquer
idéia em suas cabeças, exceto a de ser ‘Politicamente Corretos’,
aconteça o que acontecer no momento.
Aqueles que precisam ser fuzilados -- que devem ser fuzilados -- são
os atuais árbitros e inventores do Politicamente Correto, a corja
que planejou para menininhas brancas de sete anos de idade se sentirem
culpadas se elas revelassem uma preferência por Barbies Brancas.
Fuzilem estes, e o resto se adaptará. Elas vão assimilar
qualquer atitude e opiniões que são apresentadas a elas.
Essa é a maneira que a maioria das pessoas são. Essa é
a maneira que a maioria sempre tem sido.
E as pessoas que são assim não são apenas as que
tem um QI de dois dígitos somente. Muitas dessas pessoas são
um tanto brilhantes e competentes. O caso é que elas ou cresceram
se sentindo culpadas sobre algo, ou elas são muito suceptíveis
a terem um sentimento de culpa implantado nelas, o qual os inventores do
‘Politicamente Correto’ podem então manipular.
Isto é algo que eu penso que os sacerdotes, pastores e doutores
entenderam desde os tempos pré-históricos, e se aproveitam
disso, sendo essa a causa pela qual o sentimento de culpa e de redenção
tem um papel tão imenso em tantas religiões. Infelizmente,
os indivíduos que se entranharam em nossa mídia de comunicação
de massa e mantém um punho bem preso sobre elas entendem isso também.
É realmente trágico quando nós vemos como a mídia tem manipulado pessoas como aquela mãe que escreveu para o San Jose Mercury News, mas às vezes é quase engraçado assistir alguns dos 'lemmings' acadêmicos, no cerco do Politicamente Correto, se retorcerem quando apresentados a um dilema semelhante. Um caso recente foi o do Marechal de Campo Bernard Montgomery. Ele sempre foi um herói para o establishment Politicamente Correto depois da sua vitória contra os Alemães na Segunda Guerra Mundial no Norte da África. Depois da guerra, ele visitou as colônias Britânicas na África e escreveu um relatório ao governo que foi extremamente incômodo para os objetivos dos liberais no governo, em desmantelar o Império Britânico, então seu relatório foi carimbado com o selo "confidencial" (secreto) e arquivado por mais de 50 anos.
O estatuto de 50 anos terminou há algumas semanas atrás, e o relatório foi divulgado para a mídia de notícias pelo Escritório Oficial de Registros Britânicos. Montgomery não apenas era a favor de reforçar o Império e se opor ao espalhamento do Comunismo na África -- ambos objetivos contrários aos dos liberais -- mas ele exprimia sua franca opinião sobre negros, incluindo os supostamente "civilizados", e suas capacidades. O negro africano, Montgomery escreveu, " é um completo selvagem e totalmente incapaz de desenvolver uma nação por si próprio."
Agora, as opiniões de Montgomery sobre negros não eram tão incomuns nos anos de 1940's, quando ele escreveu seu relatório, e as pessoas não tinham medo de dizer esta opinião na sociedade educada. De fato, esta era a opinião da maioria dos Britânicos que tinham tido qualquer experiência nas Colônias Britânicas na África. Durante os 50 anos seguintes, no entanto, a mídia controlada, as igrejas, e outras incentivadoras do "Politicamente Correto" conseguiram fazer desta opinião uma opinião ‘politicamente incorreta’, e então, quando os comentários de Montgomery sobre negros foram mostrados à público recentemente, todo e qualquer indivíduo ainda vivo que teve algum contato com ele tentou desesperadamente colocar-se a maior distância possível de Montgomery. Seus parentes ainda vivos expressaram sua vergonha e embaraço. Um dos biógrafos de Montgomery entrevistados pelo jornal The Guardian este mês disse, torcendo o nariz, que "sua reputação estava irremediavelmente danificada". A reputação inteira de Montgomery, é claro, é a de um líder militar e estrategista, mas para qualquer fanático Politicamente Correto é totalmente inconcebível que alguém possa ser um "racista" e ser uma pessoa com grandes qualidades de qualquer tipo.
E esse tipo de coisa tem acontecido de novo e de novo. Quando as anotações particulares de H.L. Mencken foram publicadas a poucos anos atrás, houve o mesmo tipo de corrida e afastamento para se cobrir de parte de qualquer um que tinha dito qualquer coisa positiva sobre Mencken ou seu trabalho. Eles estavam mortalmente aterrorizados que as sinceras opiniões de Mencken sobre raça e sobre os judeus pudesse fazer com que as pessoas pensassem que eles também eram Politicamente Incorretos. Eles estavam atemorizados com a culpa por associação.
Quase toda figura pública ou escritor de renome antes de 1950
-- exceto comunistas ou clérigos,-- que tinham a dizer algo a dizer
sobre raça, fariam borrar as calças de medo, dos 'lemmings'
Politicamente Corretos de hoje em dia. Leia o que o humanitário
doutor Albert Schweitzer tem a dizer sobre os negros na África,com
os quais que ele viveu no meio, e passou sua vida inteira tentando ajudar.
Leia o que o Presidente Teddy Roosevelt escreveu sobre raça. Ou
Abraham Lincoln. Ou qualquer um de centenas de outros que eu poderia citar
o nome sem ter que precisar folhear nenhum livro na minha biblioteca.
Isto fez com que História fosse um campo minado para escritores
Politicamente Corretos e professores -- e esta é a principal razão
porque História está sendo desprezada nos Colégios
e nos currículos Universitários, exceto para tendenciosas
-- realmente falsificadas -- versões que tem sido cuidadosamente
limpas de "minas". Eu quero dizer, como um professor Politicamente
Correto vai explicar para seus alunos que praticamente todos aqueles que
foram grandes inventores -- Thomas Edison, por exemplo -- ou grandes industriais
-- Henry Ford, por exemplo-- ou grandes pioneiros da aviação--
Charles Lindbergh, por exemplo-- ou grandes líderes militares --
George Patton, por exemplo -- ou quem você quiser escolher, todos,
eram na verdade uns "terríveis racistas"? Como esconder, ocultar
dos estudantes quando eles forem ler os detalhes das vidas particulares
dessas figuras históricas, quando eles lerem o que essas pessoas
realmente pensavam sobre assuntos de raça? Ei, um professor poderia
se colocar em uma verdadeira encrenca num instante. Melhor apenas não
estudar qualquer coisa que aconteceu antes de 1960. Quem precisa saber
sobre todas essas coisas velhas, afinal? A maioria delas é terrivelmente
‘incorreta’, politicamente falando.
O programa mais popular de rádio já transmitido na América do Norte, que começou em 1929, eventualmente se tornou uma série de TV e continuou até 1960 -- 31 anos, ao todo -- foi Amos 'n' Andy. Era um show com escritores de roteiro Brancos, e atores Brancos fazendo o papel de negros e usando o dialeto negro. Ele não era de nenhuma maneira um show anti-negro; de fato, ele tratava os personagens negros com afeição; mas era um show de comédia, e ele não retratava negros como dignos diplomatas ou neuro-cirurgiões ou cientistas espaciais, então pelos anos de 1960 ele foi condenado como "racista" e tirado do ar. Se Amos 'n' Andy show fosse revivido hoje, qualquer compania que assinasse contrato de patrocínio comercial com o programa ou emissora seria imediatamente atingido por boicotes e demonstrações. Políticos e Igrejas iriam anunciar ultrajados e inconformados discursos na televisão sobre o quanto "cheio de ódio" e "racista" isso seria. E por toda a América dezenas de milhares de Katherines Corcorans -- lembra? , ela é a mulher doente que escreveu no San Jose Mercury News na semana passada sobre a experiência traumática de sua filha com bonecas Barbie -- dezenas de milhares de Katherine Corcorans e seus bem "sensíveis" maridos estariam erguendo seus braços em protesto e agonizando sobre como explicar a seus filhos que eles não poderiam assistir Amos 'n' Andy na TV, e explicar por quê seria "preconceito" rir dos personagens.
É interessante notar que apesar de que Amos 'n' Andy passou seus últimos dias sendo um show na TV, foi primordialmente a TV que trouxe a gigantesca onda de mudança na América nos anos 1960, que tornou impossível para Amos 'n' Andy ou qualquer outro programa 'Politicamente Incorreto' permanecer no ar. A Televisão, como um meio de lavagem-cerebral começou primeiramente a ser significativa por volta de 1950 -- ou talvez um ou dois anos antes. Em 1950 já havia dez milhões de aparelhos de tv preto-e-branco nos Estados Unidos. Até mesmo no início dos anos 50 cada uma das famílias 'lemmings' respeitáveis, que não queriam ficar para trás com os vizinhos, acreditavam que deviam ter um aparelho de TV em casa, para que cada noite, cada um dos pequenos lemmings e seus pais pudessem se reunir na frente da pequena, monocromática e piscante tela para ter suas opiniões e atitudes ajustadas. Mas foi o surgimento da televisão colorida no começo dos anos 60 que fez da televisão o poderoso e universal meio de controle mental que rapidamente veio a se tornar.
Sem televisão, a menininha de Katherine Corcoran poderia ter
pego a Barbie Branca sem nenhum traço de angústia.
Sem televisão, os admiradores do Marechal de Campo Montgomery
não precisariam se desculpar por ele. Sem televisão, Bill
Clinton seria apenas outro advogado corrupto em Little Rock, sua cidade,
defendendo pequenos traficantes de drogas.
É claro, é realmente enganoso culpar a televisão como a responsável pelo Politicamente Correto. É como culpar a empresa Smith and Wesson ou Colt por motoristas-atiradores. Aqueles que são os verdadeiros culpados são os membros daquela "tribo", "daquele" povo, em Hollywood que colocaram suas mãos imundas na televisão desde o início, acotovelaram e repeliram qualquer outro dela, e com um infalível instinto tribal começaram a usar o novo meio para injetar seu veneno espiritual e mental em nosso povo. Mas você sabe, este é um assunto que nós já temos falado frequentemente o bastante nestes programas das Vozes Dissidentes da América.
Nós devemos concluir nossa conversa hoje resolvendo que nós
não vamos mais continuar sentados em nossas mãos, de braços
cruzados, enquanto essa tribo imunda envenena as mentes e almas de nossas
menininhas de sete-anos: - de que nós vamos fazer tudo o que for
necessário para acabar com o controle das mentes e almas de nosso
povo.